\"One World, One Web, One Program.\" -- Advertisement for Internet Explorer.
\"Ein Volk, Ein Reich, Ein Fuehrer.\" -- Adolf Hitler.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
The Game of Life
Se estiveres a ler isto, é possivel que sejas estudante universitário. Se o és, então já sabes que estás em epóca de exames e projectos finais. Ora bem, deixando os desagradavéis exames de lado, vou falar-vos sobre o meu projecto final de Programação, aliás uma das hipóteses em aberto. Isto porque eu e o meu colega de grupo ainda não nos decidimos e por isso para treinar, cada um está a fazer um trabalho diferente (estamos em Física, se não tivessemos panca é que era de estranhar ^^).
Aquele que eu tenho estado a concentrar-me a desenvolver é o chamado Jogo da Vida de John Conway, que em 1970 decidiu inventar isto:
http://www.ibiblio.org/lifepatterns/ (Java)
Basicamente, as células vivem ou morrem seguindo estas regras:
Qualquer célula viva com menos do que dois vizinhos morre, como que por solidão.
Qualquer célula viva com mais do que três vizinhos morre, como que por excesso de população.
Qualquer célula com dois ou três vizinhos vivos mantém-se inalterada para a próxima geração.
Qualquer célula morta com três vizinho vivos, nasce (Comentário despropositado: Pensava que só era preciso um macho e uma fêmea para acasalar. O que é que a outra célula faz ali?)
E é basicamente isto que eu tenho que imitar. O codigo em si até seria fácil, mas temos que utilizar (para além da linguagem C) a biblioteca Allegro que permite criar gráficos. Como estamos decididos a fazer uma coisa em grande, até construi uma GUI! (Para quem não sabe, GUI (Graphical User Interface) é digamos que uma maneira amiga do utilizador para input/output de informação: pensem no Janelas em comparação com o DOS (modo Consola))
Neste momento, o programa vai na versao 0.2G - Alpha. A 0.1 - Alpha não utilizava recursos gráficos e apenas fazia os calculos, nao os colocava no ecra. A 0.2G tem a GUI totalmente funcional (ainda que feia e com um bug - ambos julgo eu por culpa do Allegro), recebe os dados para a matriz inicial mas de momento ainda não mostra a evolução do dito cujo. Quando a versão final for finalizada (quer deste trabalho, quer do que o meu colega está a fazer), se ele estiver de acordo, o código fonte do programa será liberto sob uma licença livre a ser escolhida/escrita.
(Bastante útil para os meus futuros caloiros ^^)
Aquele que eu tenho estado a concentrar-me a desenvolver é o chamado Jogo da Vida de John Conway, que em 1970 decidiu inventar isto:
http://www.ibiblio.org/lifepatterns/ (Java)
Basicamente, as células vivem ou morrem seguindo estas regras:
Qualquer célula viva com menos do que dois vizinhos morre, como que por solidão.
Qualquer célula viva com mais do que três vizinhos morre, como que por excesso de população.
Qualquer célula com dois ou três vizinhos vivos mantém-se inalterada para a próxima geração.
Qualquer célula morta com três vizinho vivos, nasce (Comentário despropositado: Pensava que só era preciso um macho e uma fêmea para acasalar. O que é que a outra célula faz ali?)
E é basicamente isto que eu tenho que imitar. O codigo em si até seria fácil, mas temos que utilizar (para além da linguagem C) a biblioteca Allegro que permite criar gráficos. Como estamos decididos a fazer uma coisa em grande, até construi uma GUI! (Para quem não sabe, GUI (Graphical User Interface) é digamos que uma maneira amiga do utilizador para input/output de informação: pensem no Janelas em comparação com o DOS (modo Consola))
Neste momento, o programa vai na versao 0.2G - Alpha. A 0.1 - Alpha não utilizava recursos gráficos e apenas fazia os calculos, nao os colocava no ecra. A 0.2G tem a GUI totalmente funcional (ainda que feia e com um bug - ambos julgo eu por culpa do Allegro), recebe os dados para a matriz inicial mas de momento ainda não mostra a evolução do dito cujo. Quando a versão final for finalizada (quer deste trabalho, quer do que o meu colega está a fazer), se ele estiver de acordo, o código fonte do programa será liberto sob uma licença livre a ser escolhida/escrita.
(Bastante útil para os meus futuros caloiros ^^)
domingo, 13 de janeiro de 2008
Onda de Sol
Hoje finalmente acabei a transformação do meu blog: como devem (ou então não) ter reparado, o nome do blog e URL do blog mudaram de novo. Não se apoquentem: é desta!
Mas seguindo em frente, porque razão se chama o blog "Onda de Sol"? Porque não "Raio de Sol"? E eu digo, "simples". A luz não é um raio, é uma onda ;) Raio é o da trovoada, o do "raistaparta" e, sobretudo, o do "Raio de Sol" do meu amor [Olá Sofia! =D ]
Dito isto, vou vos falar um pouco sobre o Sol. O Sol, para quem não tem estado atento às notícias nos últimos 4,7 mil Milhões de anos, é a estrela que serve como ponto central à volta do qual a Terra roda. Mas atenção: o Sol não é o ponto à volta do qual todo o Universo ou até a nossa galáxia roda! Antes pelo contrário, o Sol (um pedaço de matéria com uma massa de, aproximadamente, 1,300,000 Terras) mais não é do que um pixel duma parte longínqua do centro da galáxia Via Láctea. Portanto, é pequenino. O que faz pensar até que ponto é que nós próprios não somos ainda mais pequeninos. Mas adelante!
Antes de me alongar mais, queria antes deixar aqui uma síntese rápida daquilo que se pensa ser a evolução de uma estrela comum, do tipo igual ao nosso Sol (conforme o seu tamanho, a sua evolução será diferente). Uma estrela nasce através das poeiras originadas que começam a agrupar-se no espaço interestelar. Estas poeiras podem lá estar desde o ínicio do Universo ou até serem provenientes de antigas estrelas. Para terem uma ideia das dimensões, este espaço onde as moléculas se juntam pode ter um diâmetro de 50 a 300 anos-luz e ter uma massa de 100000 a 10000000 massas do Sol. As partículas começam então a sofrer a acção da gravidade umas das outras e devido a isto, vão se juntando e juntando. Esta junção nem sempre é feita com os pedacinhos de matéria a colarem-se alegremente. Na realidade, é tudo menos isso. Imaginem qualquer coisa mais virada para a queda do meteorito que lixou os dinóssauros e percebem a ideia =) Mas seguindo em frente, esses choques entre partículas começam a gerar energia e esta energia alimenta reacções químicas e nucleares. A certa altura (tipo uns largos milhões de anos), forma-se a protoestrela e os protoplanetas (deve-se notar que a mesma nuvem de poeira que forma uma estrela pode também formar planetas. É interessante de constatar que (ah "raisparta", esqueci-me de falar que as nuvens estão em rotação), os planetas do Sistema Solar com maior quantidade de massa são os 4 primeiros e a cintura de asteróides: todos os outros planetas são o aglomerado dos gases que se escaparam para os fundos da nuvem-mãe do nosso Sol. SIM, havia o Plutão, mas já nem é planeta ;) e o mais provável é ser "alienígena").
Vou fazer outro apêndicezinho: o elemento mais simples do Universo (e também o mais comum) é o Hidrogénio. Não é mais do que um protão e um electrão a rodar à sua volta. Todos os outros elementos evoluem através das reacções nucleares que se originam nas estrelas (do Hidrogénio ao Ferro, subindo o número atómico) ou nas explosões subsequentes da morte destas (do Ferro até todos os outros mais pesados). Talvez já tenham percebido, que uma estrela morre quando "queima" todos os elementos até ao Ferro, um elemento atomicamente extremamente estável.
A estrela começa então a queimar hidrogénio e fá-lo-à durante muito tempo e à medida que o faz, vai aumentando o seu tamanho. Quando se aproxima do fim do seu ciclo de vida, a estrela (do tamanho do Sol, volto a repetir que conforme o tamanho, varia a evolução) aumenta exponencialmente de tamanho e torna-se uma Vermelha Gigante: tal deve-se ao facto de que não existem mais reacções nucleares no núcleo. Todo este é agora Ferro e as reacções nucleares dão se apenas numa camada exterior da estrela. Quando também estas reacções se extinguem, ficamos na presença de um Anão Branco.
Antecipando uma pergunta imediata: SIM, quando o Sol chegar ao estado de Vermelha Gigante (espera-se que dentro de 5 mil milhões de anos) ele estará suficientemente grande para que englobasse a Terra. Pelo lado bom, antes de ele chegar a esse ponto o brilho/energia emitida por ele já será de tal forma elevada que a vida na Terra já não será mais do que uma lembrança e como a massa do Sol vai diminuindo, de qualquer forma a Terra já terá escapado para uma órbita mais distante e apenas o pobre Mercúrio deverá ser engolfenhado.
Antes de continuar, quero pedir desculpa por todas as falhas científicas e/ou de linguagem presentes nesta mensagem. Tal deve-se a dois factores:
1) Sono
2) Simplesmente, é muita coisa!
Para terminar, quero apenas dar a resposta a duas coisas: "porquéque o Sol é amalelo?" e "se o Sol fica mais brilhante e a emitir mais energia com o passar do tempo, então como é que ele conseguiu evitar que a atmosfera Terrestre no seu ínicio não se perdesse?".
A resposta à segunda pergunta é a seguinte: de facto, modelos computacionais têm provado que na altura da formação da atmosfera terrestre, o Sol emitiria menos 70% do brilho que emite hoje em dia. Este é um paradoxo bastante interessante da Astrofísica, dado que essa emissão de energia não seria suficiente para a criação de uma atmosfera como a que temos hoje. A explicação comummente aceite mas não dada como certa (ainda ninguém deve ter pensado muito nisso) é que a atmosfera terrestre era muito maior do que a que existe hoje em dia e era constituída por maior quantidade de gases com efeito de estufa, que assim retiam mais facilmente o calor no nosso planeta.
A resposta à primeira pergunta, esperem pela próxima mensagem ;)
Mas seguindo em frente, porque razão se chama o blog "Onda de Sol"? Porque não "Raio de Sol"? E eu digo, "simples". A luz não é um raio, é uma onda ;) Raio é o da trovoada, o do "raistaparta" e, sobretudo, o do "Raio de Sol" do meu amor [Olá Sofia! =D ]
Dito isto, vou vos falar um pouco sobre o Sol. O Sol, para quem não tem estado atento às notícias nos últimos 4,7 mil Milhões de anos, é a estrela que serve como ponto central à volta do qual a Terra roda. Mas atenção: o Sol não é o ponto à volta do qual todo o Universo ou até a nossa galáxia roda! Antes pelo contrário, o Sol (um pedaço de matéria com uma massa de, aproximadamente, 1,300,000 Terras) mais não é do que um pixel duma parte longínqua do centro da galáxia Via Láctea. Portanto, é pequenino. O que faz pensar até que ponto é que nós próprios não somos ainda mais pequeninos. Mas adelante!
Antes de me alongar mais, queria antes deixar aqui uma síntese rápida daquilo que se pensa ser a evolução de uma estrela comum, do tipo igual ao nosso Sol (conforme o seu tamanho, a sua evolução será diferente). Uma estrela nasce através das poeiras originadas que começam a agrupar-se no espaço interestelar. Estas poeiras podem lá estar desde o ínicio do Universo ou até serem provenientes de antigas estrelas. Para terem uma ideia das dimensões, este espaço onde as moléculas se juntam pode ter um diâmetro de 50 a 300 anos-luz e ter uma massa de 100000 a 10000000 massas do Sol. As partículas começam então a sofrer a acção da gravidade umas das outras e devido a isto, vão se juntando e juntando. Esta junção nem sempre é feita com os pedacinhos de matéria a colarem-se alegremente. Na realidade, é tudo menos isso. Imaginem qualquer coisa mais virada para a queda do meteorito que lixou os dinóssauros e percebem a ideia =) Mas seguindo em frente, esses choques entre partículas começam a gerar energia e esta energia alimenta reacções químicas e nucleares. A certa altura (tipo uns largos milhões de anos), forma-se a protoestrela e os protoplanetas (deve-se notar que a mesma nuvem de poeira que forma uma estrela pode também formar planetas. É interessante de constatar que (ah "raisparta", esqueci-me de falar que as nuvens estão em rotação), os planetas do Sistema Solar com maior quantidade de massa são os 4 primeiros e a cintura de asteróides: todos os outros planetas são o aglomerado dos gases que se escaparam para os fundos da nuvem-mãe do nosso Sol. SIM, havia o Plutão, mas já nem é planeta ;) e o mais provável é ser "alienígena").
Vou fazer outro apêndicezinho: o elemento mais simples do Universo (e também o mais comum) é o Hidrogénio. Não é mais do que um protão e um electrão a rodar à sua volta. Todos os outros elementos evoluem através das reacções nucleares que se originam nas estrelas (do Hidrogénio ao Ferro, subindo o número atómico) ou nas explosões subsequentes da morte destas (do Ferro até todos os outros mais pesados). Talvez já tenham percebido, que uma estrela morre quando "queima" todos os elementos até ao Ferro, um elemento atomicamente extremamente estável.
A estrela começa então a queimar hidrogénio e fá-lo-à durante muito tempo e à medida que o faz, vai aumentando o seu tamanho. Quando se aproxima do fim do seu ciclo de vida, a estrela (do tamanho do Sol, volto a repetir que conforme o tamanho, varia a evolução) aumenta exponencialmente de tamanho e torna-se uma Vermelha Gigante: tal deve-se ao facto de que não existem mais reacções nucleares no núcleo. Todo este é agora Ferro e as reacções nucleares dão se apenas numa camada exterior da estrela. Quando também estas reacções se extinguem, ficamos na presença de um Anão Branco.
Antecipando uma pergunta imediata: SIM, quando o Sol chegar ao estado de Vermelha Gigante (espera-se que dentro de 5 mil milhões de anos) ele estará suficientemente grande para que englobasse a Terra. Pelo lado bom, antes de ele chegar a esse ponto o brilho/energia emitida por ele já será de tal forma elevada que a vida na Terra já não será mais do que uma lembrança e como a massa do Sol vai diminuindo, de qualquer forma a Terra já terá escapado para uma órbita mais distante e apenas o pobre Mercúrio deverá ser engolfenhado.
Antes de continuar, quero pedir desculpa por todas as falhas científicas e/ou de linguagem presentes nesta mensagem. Tal deve-se a dois factores:
1) Sono
2) Simplesmente, é muita coisa!
Para terminar, quero apenas dar a resposta a duas coisas: "porquéque o Sol é amalelo?" e "se o Sol fica mais brilhante e a emitir mais energia com o passar do tempo, então como é que ele conseguiu evitar que a atmosfera Terrestre no seu ínicio não se perdesse?".
A resposta à segunda pergunta é a seguinte: de facto, modelos computacionais têm provado que na altura da formação da atmosfera terrestre, o Sol emitiria menos 70% do brilho que emite hoje em dia. Este é um paradoxo bastante interessante da Astrofísica, dado que essa emissão de energia não seria suficiente para a criação de uma atmosfera como a que temos hoje. A explicação comummente aceite mas não dada como certa (ainda ninguém deve ter pensado muito nisso) é que a atmosfera terrestre era muito maior do que a que existe hoje em dia e era constituída por maior quantidade de gases com efeito de estufa, que assim retiam mais facilmente o calor no nosso planeta.
A resposta à primeira pergunta, esperem pela próxima mensagem ;)
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Nova cara
Bem, após cuidadosa deliberação, decidi recriar o blog. Achei que o tema geral daquilo que eu tenho escrito faria mais sentido ser colocado num blog exclusivamente dedicado à Tecnologia e à Física. No entanto, ainda está na minha ideia criar um blog com as minhas aventuras e realizações, pensamentos e poesias e até fotografias da mais varíadissima índole. Esse blog retomará o nome anterior de entre roca e tejo [O nome já está guardado, seus malandros ;) ]
A explorar a matemática!
Bem, hoje enquanto estudava para o belo exame de álgebra fui procurar ajuda na wikipédia. Encontrei umas coisas que não ajudaram muito e reparei que não ajudaram muito porque eram os chamados "rascunhos" - páginas pouco completas da Wikipédia. No símbolo dos rascunhos encontrei esta equação: e^(i*pi). Fiquei curioso, e fui ao google para saber o resultado (para quem não sabe, o google possui uma calculadora. É fácil de utilizar, na caixa de procura em vez de porem letras ponham uma expressão matemática e o gajo (Google) percebe) e ao que parece é...
A ver se alguém sabe esta sem ir à calculadora ;)
Este site dá o resultado e a explicação completa:
http://www.math.toronto.edu/mathnet/questionCorner/epii.html
A ver se alguém sabe esta sem ir à calculadora ;)
Este site dá o resultado e a explicação completa:
http://www.math.toronto.edu/mathnet/questionCorner/epii.html
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Uma grande curiosidade
A maior palavra do português é "Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico", com 46 letras, que denota o estado de quem é vítima de uma enfermidade causada pela aspiração de cinzas vulcânicas.
- pt.wikipedia.org - A Enciclopédia Livre
- pt.wikipedia.org - A Enciclopédia Livre
RE: Primeiro conselho prático
A pedido de variadas famílias (pronto, OK, uma pessoa, mas para mim vale por muitas ^^) decidi pegar de novo no tema do browser para a Internet. Eis pois então um maravilhoso, fantastíco e incompletíssimo guia que comparará o IE 7 com o Opera 9.25 e que espera, convencerá mais e mais assíduos leitores deste meu canto da Internet a utilizarem este browser:
- Ao utilizarem o IE7 estão a utilizar software da Microsoft. Neste ponto, não vou falar sobre o o erro que é utilizá-lo no que respeita à liberdade de utilização do computador (como já disse, talvez um dia fale disso, mas por hora como eu até estou a usar o Windows Vista [a marca do meu portátil ainda suporta apenas este SO e eu, devido à universidade, não posso neste momento correr o risco de ficar sem o portátil] não me parece muito correcto estar a dizer (muito) mal da Microsof enquanto ainda uso algo dela). Vou antes falar de segurança.
Querem saber a quantidade de virus que existe para Windows? Cerca de umas centenas de milhar e todos os dias aumenta. Para Linux? Se houver umas centenas é muito. Isto porque a maioria dos hackers utilizam sistemas baseados em Unix (como é o caso do Linux, do MacOS e do Solaris) com o alvo específico sendo as plataformas Windows, dado que é aqui que podem causar mais dano/não têm problemas se alguma vez o virus chegar até ao computador deles/alguns apenas têm um ódio inato pela Microsoft. Dito isto, perguntam vocês "e o que tem isso tudo a ver com o browser?". Simples, quem diz vírus diz todo o tipo de porcaria: desde vos roubarem password's do messenger até terem acesso à vossa conta bancária. O IE7 é o mais banalizado dos browser's e a Microsoft tem fama de criar programas repletos de falhas e é, como já foi antes dito, um alvo preferido dos hackers - muitas viroses dos últimos anos foram criadas com o intuito de ter o maior número possível de computadores a tentarem ligar-se ao memso tempo aos servidores da Microsoft de modo a que esta ficasse offline. Por estas duas razões, é óbvio que, pela lei do "quero fazer o mais possível, com o mínimo trabalho possível", os hackers - ruínzinhos que são - vão preferir atacar este browser, explorando as suas falhas. (sim eu sei, podia ter dito apenas isto, mas eu gosto de explicar bem as coisas)
- O Opera é o inovador por excelência no campo dos web browser's de há algum tempo para cá. Foi o primeiro browser a suportar as tabs. O Windows ainda não suporta workspaces como o Linux e a barra de tarefas fica rapidamente sobrelotada se, numa normal navegação pela internet, nos descuidarmos e começarmos a abrir demasiadas páginas. Ainda hoje, apesar de tanto o IE7 como o Firefox suportarem as tabs, nenhum funciona tão bem, na minha opinião, como este. Por exemplo, se com o browser aberto vocês quiserem abrir mais um site e em vez de carregarem em nova página carregarem de novo no ícone do Opera, ele abre-vos uma tab e não o programa todo de novo. É portanto amigo do vosso computador em termos de recursos e amigo de vocês também que não vos deixa tornar a barra de tarefas algo inavegável =)
Mas existem mais inovações. A próxima de que vos falo, e também aquela com que vocês se depararam primeiro é a página inicial.
Ao invés das tradicionais páginas iniciais que definiamos nas opções, o Opera dá-nos a hipótese de escolher até 9 opções. De cada vez que uma nova página é aberta, ele mostra-vos uma página com o sugestivo nome de Marcação Rápida que contém até 9 miniaturas de páginas em que vocês podem clicar e aceder a essa página num instante [aqui, depende da velocidade da vossa internet ;) ].
A seguinte e a mais usada por mim: na barra de endereço isto até tem uma caixinha para pesquisar algo no Google, mas o que eu mais utilizo não é isso nem o próprio site do Google. Ao invés disso, na caixa de endereço apenas tenho que escrever "g" e o Opera já sabe que com o g no ínicio ele vai-se ligar ao google e procurar neste. Para além deste, existem, já configuradas, várias opções, entre as quais destaco o "y" para a Yahoo!,"z" da Amazon.com, "n" para notícias do Google, "f" para localizar algo na página, "w" para procurar em Downloads.com e "b" para procurar pelo bittorrent...
SIM, leram bem, para procurar algo em bittorrent: o Opera é de novo o primeiro browser a fazer alguma coisa de inovador e suporta downloads peer2peer sem necessidade de qualquer outro programa.
Para adicionar a isto, é totalmente grátis! =)
Querem saber a quantidade de virus que existe para Windows? Cerca de umas centenas de milhar e todos os dias aumenta. Para Linux? Se houver umas centenas é muito. Isto porque a maioria dos hackers utilizam sistemas baseados em Unix (como é o caso do Linux, do MacOS e do Solaris) com o alvo específico sendo as plataformas Windows, dado que é aqui que podem causar mais dano/não têm problemas se alguma vez o virus chegar até ao computador deles/alguns apenas têm um ódio inato pela Microsoft. Dito isto, perguntam vocês "e o que tem isso tudo a ver com o browser?". Simples, quem diz vírus diz todo o tipo de porcaria: desde vos roubarem password's do messenger até terem acesso à vossa conta bancária. O IE7 é o mais banalizado dos browser's e a Microsoft tem fama de criar programas repletos de falhas e é, como já foi antes dito, um alvo preferido dos hackers - muitas viroses dos últimos anos foram criadas com o intuito de ter o maior número possível de computadores a tentarem ligar-se ao memso tempo aos servidores da Microsoft de modo a que esta ficasse offline. Por estas duas razões, é óbvio que, pela lei do "quero fazer o mais possível, com o mínimo trabalho possível", os hackers - ruínzinhos que são - vão preferir atacar este browser, explorando as suas falhas. (sim eu sei, podia ter dito apenas isto, mas eu gosto de explicar bem as coisas)
- O Opera é o inovador por excelência no campo dos web browser's de há algum tempo para cá. Foi o primeiro browser a suportar as tabs. O Windows ainda não suporta workspaces como o Linux e a barra de tarefas fica rapidamente sobrelotada se, numa normal navegação pela internet, nos descuidarmos e começarmos a abrir demasiadas páginas. Ainda hoje, apesar de tanto o IE7 como o Firefox suportarem as tabs, nenhum funciona tão bem, na minha opinião, como este. Por exemplo, se com o browser aberto vocês quiserem abrir mais um site e em vez de carregarem em nova página carregarem de novo no ícone do Opera, ele abre-vos uma tab e não o programa todo de novo. É portanto amigo do vosso computador em termos de recursos e amigo de vocês também que não vos deixa tornar a barra de tarefas algo inavegável =)
Mas existem mais inovações. A próxima de que vos falo, e também aquela com que vocês se depararam primeiro é a página inicial.
Ao invés das tradicionais páginas iniciais que definiamos nas opções, o Opera dá-nos a hipótese de escolher até 9 opções. De cada vez que uma nova página é aberta, ele mostra-vos uma página com o sugestivo nome de Marcação Rápida que contém até 9 miniaturas de páginas em que vocês podem clicar e aceder a essa página num instante [aqui, depende da velocidade da vossa internet ;) ].
A seguinte e a mais usada por mim: na barra de endereço isto até tem uma caixinha para pesquisar algo no Google, mas o que eu mais utilizo não é isso nem o próprio site do Google. Ao invés disso, na caixa de endereço apenas tenho que escrever "g
SIM, leram bem, para procurar algo em bittorrent: o Opera é de novo o primeiro browser a fazer alguma coisa de inovador e suporta downloads peer2peer sem necessidade de qualquer outro programa.
Para adicionar a isto, é totalmente grátis! =)
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Segundo conselho prático
Assinem os feed's deste site ou coloquem-no nos favoritos, não se vão arrepender ;)
Espero eu!
Espero eu!
Primeiro conselho prático
Ora bem, o momento porque todos esperavam: o meu primeiro conselho prático! E em dose dupla, para comemorar o ínicio deste blog! Então e qual será ele?
Ora precisamente, dois tipos de programas que todos os dias muitos de nós utilizamos.
O primeiro programa é aquele através do qual a internet chega ao nosso computador: o browser. Como a maioria dos computadores traz já o Windows instalado e este traz já o Internet Explorer, a maioria das pessoas acaba por utilizar este browser. É um erro: tirando a parte de estarem a patrocionar uma das empresas que menos respeito tem pela liberdade de escolha (hei-de falar mais sobre isso lá numa outra mensagem), ficam sujeitos a um software com muitas falhas de segurança, que não tem muito que abone a seu favor em termos de utilização, que há muitos anos que nada traz de novo e que apenas segue os outros browser's. Como alternativa cada vez mais popular (16,07% do mercado, em Novembro de 2007, segundo a Wikipedia), existe o Firefox, um software open source (que é como quem diz, qualquer pessoa com os conhecimentos de programação necessário pode editar parte ou mesmo todo o código do programa), criado pela Mozilla Foundation e herdeiro do Netscape Navigator (quem não conhece, trata-se dum dos primeiros browser's). Este browser tem funcionalidades excelentes, mas tem alguns defeitos: muitas vezes, em utilização normal torna-se lento a abrir certas páginas até ao ponto de desespero. MAS então, "qual hei-de usar?" dizem vocês: Ora felizmente, existe mais uma alternativa: Opera. Não, não estou a falar de música gritada a altos berros, estou mesmo a falar do Opera. Podem encontrá-lo em www.opera.com e é totalmente gratuito para Windows, várias distro's de Linux e MacOS X, existindo outras versões para smartphones/pdas, estas já pagas. Experimentem, não vou aqui estar a descrever as suas funcionalidades para não estragar a surpresa ;) só para vos aguçar a curiosidade, numa só aplicação podem ler os emails, receber feeds
e contar com as inovações mais recentes: navegação por tabs para não encher a barra de tarefas? Sim, foi o Opera que inventou!
Bem o segundo programa é uma suite. O Microsoft Office é provavelmente o conjunto de programas mais utilizado na história. O Word substituiu a caneta e o lápis para a escrita, o Excel a calculadora, o Powerpoint tornou as apresentações públicas mais interessantes e pronto os outros nunca percebi bem para que serviam, mas admito que dão muito jeito a todos os que o utilizam. Ora bem, tudo estaria bem, não fosse este software indispensável ter visto os seus preços subir a cada versão. Eventualmente, subiu tanto que a Microsoft para não perder clientes começou a vender a versão para estudantes por 150€. Para piorar a situaçao desta suite, a última versão, que tinha como ideia facilitar o trabalho das pessoas, tem-se mostrado um flop: grava ficheiros por defeito num formato não compatível com as suites anteriores do Office, as funcionalidades básicas escondem-se atrás duma nova apresentação que apenas complicou as coisas. Tudo parecia perdido, mas eis que surge a luz: OpenOffice.org .
Totalmente gratuito, compatível com o Microsoft office e quase todas as outras suites, de fácil utilização, open source, traz as aplicações mais utilizadas nestas suites e em comparação com o MS Office apenas perde nas opções mais avançadas do excel/calc. Podem obtê-lo através de www.openoffice.org . Se quiserem saber mais, posso tentar ajudar-vos, falem comigo ou escrevam aqui!
Ora precisamente, dois tipos de programas que todos os dias muitos de nós utilizamos.
O primeiro programa é aquele através do qual a internet chega ao nosso computador: o browser. Como a maioria dos computadores traz já o Windows instalado e este traz já o Internet Explorer, a maioria das pessoas acaba por utilizar este browser. É um erro: tirando a parte de estarem a patrocionar uma das empresas que menos respeito tem pela liberdade de escolha (hei-de falar mais sobre isso lá numa outra mensagem), ficam sujeitos a um software com muitas falhas de segurança, que não tem muito que abone a seu favor em termos de utilização, que há muitos anos que nada traz de novo e que apenas segue os outros browser's. Como alternativa cada vez mais popular (16,07% do mercado, em Novembro de 2007, segundo a Wikipedia), existe o Firefox, um software open source (que é como quem diz, qualquer pessoa com os conhecimentos de programação necessário pode editar parte ou mesmo todo o código do programa), criado pela Mozilla Foundation e herdeiro do Netscape Navigator (quem não conhece, trata-se dum dos primeiros browser's). Este browser tem funcionalidades excelentes, mas tem alguns defeitos: muitas vezes, em utilização normal torna-se lento a abrir certas páginas até ao ponto de desespero. MAS então, "qual hei-de usar?" dizem vocês: Ora felizmente, existe mais uma alternativa: Opera. Não, não estou a falar de música gritada a altos berros, estou mesmo a falar do Opera. Podem encontrá-lo em www.opera.com e é totalmente gratuito para Windows, várias distro's de Linux e MacOS X, existindo outras versões para smartphones/pdas, estas já pagas. Experimentem, não vou aqui estar a descrever as suas funcionalidades para não estragar a surpresa ;) só para vos aguçar a curiosidade, numa só aplicação podem ler os emails, receber feeds
e contar com as inovações mais recentes: navegação por tabs para não encher a barra de tarefas? Sim, foi o Opera que inventou!
Bem o segundo programa é uma suite. O Microsoft Office é provavelmente o conjunto de programas mais utilizado na história. O Word substituiu a caneta e o lápis para a escrita, o Excel a calculadora, o Powerpoint tornou as apresentações públicas mais interessantes e pronto os outros nunca percebi bem para que serviam, mas admito que dão muito jeito a todos os que o utilizam. Ora bem, tudo estaria bem, não fosse este software indispensável ter visto os seus preços subir a cada versão. Eventualmente, subiu tanto que a Microsoft para não perder clientes começou a vender a versão para estudantes por 150€. Para piorar a situaçao desta suite, a última versão, que tinha como ideia facilitar o trabalho das pessoas, tem-se mostrado um flop: grava ficheiros por defeito num formato não compatível com as suites anteriores do Office, as funcionalidades básicas escondem-se atrás duma nova apresentação que apenas complicou as coisas. Tudo parecia perdido, mas eis que surge a luz: OpenOffice.org .
Totalmente gratuito, compatível com o Microsoft office e quase todas as outras suites, de fácil utilização, open source, traz as aplicações mais utilizadas nestas suites e em comparação com o MS Office apenas perde nas opções mais avançadas do excel/calc. Podem obtê-lo através de www.openoffice.org . Se quiserem saber mais, posso tentar ajudar-vos, falem comigo ou escrevam aqui!
Entre a Roca e o Tejo...
É onde se densenrola toda a minha vida! E entrerocaetejo.blogspot.com é onde vou começar a deixar as minhas pequenas reflexões, histórias, fotografias e gargalhadas! Sou um caloiro de Engenharia Física Tecnológica no IST da Alameda (reparem que é mesmo Engenharia Física e não apenas Física), tenho uma guitarra eléctrica e uma clássica e uma banda de rock em fase inicial, uma mota que me leva a todo o lado, faça chuva ou faça Sol, um portátil de 14" e gosto por tecnologia. Tenho uma namorada espetacular que tem uma poesia com um excelente nível, o blog onde ela coloca os seus poemas pode ser encontrado na secção aqui do lado, "Na Pena...". Dêem uma vista de olhos, se gostarem de poesia, vale mesmo a pena. Bem, dito isto, estejam a vontade para comentar tudo o que aqui escrevo, é para isso mesmo que decidi criar este blog.
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